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terça-feira, 14 de maio de 2013

A Prática de Uma Evangelização Bíblica Sem Adições ou Subtrações


 6 de maio de 2013



 Esboço de Sermão




Mt 28.18-20

Considerações Iniciais:
Jesus nos mandou contar a todas as nações as boas novas, mas não temos feito isso.
Por que nós, que temos a melhor notícia do mundo, somos tão demorados em contá-la aos outros?
Talvez pensemos que estamos evangelizando quando, de fato, não estamos ou quem sabe por que ainda não conhecemos de fato o Evangelho de Jesus.
“Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor” (Charles Spurgeon).
Se você diz que ama a Deus, mas não tem visão missionária, então você é um mentiroso.
Aquele que não ama missões é possível que nunca tenha encontrado Cristo.
O sermão desta noite está fundamentado em três perguntas que tentaremos respondê-las: O que é o Evangelho? Como evangelizar? E por que evangelizar?
O nosso tema é: A prática de uma evangelização bíblica sem adições e subtrações.
Evangelismo moderno: “Jesus te ama, vamos à minha igreja?”
Evangelismo bíblico: “Arrependa-se dos seus pecados e creia no Filho de Deus.”
Deus não nos cobrará naquele Dia “quantidade”, mas “fidelidade”.

I. O Que é o Evangelho?
Mt 28.19,20: “... fazei discípulos de todas as nações... ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado.”
Evangelho não é apenas que tudo está bem conosco, mas também que a ira de Deus sobre nós foi tirada pelo sangue de Jesus.
Evangelho é uma fé crescente, uma esperança firme e segura quanto ao que há de vir.
Evangelho não é apenas que Deus é amor. Deus também é justo e santo.
Evangelho não é apenas que Jesus quer ser nosso amigo. Jesus é o nosso único Senhor e Salvador.
As boas novas sobre Jesus não é que consigamos apenas nos livrar do inferno gratuitamente, mas que nós nos tornemos como o próprio Jesus e sejamos capacitados a viver e reinar com ele eternamente no novo céu e na nova terra.
Deus nos chama a arrepender-nos de nossos pecados e crer somente em Cristo.
Rm 1.16: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê...”.

II. Como Devemos Evangelizar?
O que não é evangelização:
Imposição: A verdadeira evangelização bíblica e cristã não envolve, por sua própria natureza, coerção, imposição, manipulação, mas somente proclamação e amor.
Testemunho pessoal: Devemos compartilhar o nosso testemunho pessoal, mas isto não significa necessariamente evangelização.
Ação social e envolvimento público: Essas duas atitudes devem estar presentes na vida do evangelista, todavia, a evangelização acontece quando o evangelho é comunicado claramente, em forma escrita ou oral.
Entretenimento: Evangelização não é distração ou recreação, mas anunciar às pessoas as grandes notícias sobre Jesus Cristo.
O que é evangelização:
Evangelizamos por pregar a Palavra de Deus e propagar a mensagem do Evangelho (Rm 10.17): “E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo” e (1Co 1.21): “... aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação”.
 Temos de ser exatos no que dizemos, não retendo qualquer parte importante que nos pareça desagradável ou repulsiva.
Levar o pecador a se convencer de que é pecador (Rm 3.23): “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”.
Levar o pecador a se convencer de que está condenado por causa de seus pecados (Rm 6.23): “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”.
Levar o pecador a compreender a providência tomada por Deus para sua salvação (Rm 5.8): “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”.
Levar o pecador a compreender que precisa confessar Jesus como seu único e suficiente salvador (Rm 10.9): “Se, com tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”.
Ilustração: Missões exigem comprometimento - “A Galinha e o Porco”.

III. Por Que Devemos Evangelizar?
Porque o homem sem Cristo está perdido:
Nenhuma religião pode salvar o homem.
A Bíblia diz que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.
Jesus é o único Caminho para Deus, a única Porta de entrada no céu, o único Mediador entre Deus e os homens. Jesus é o Salvador do mundo.
Devemos evangelizar porque o evangelho é a única boa nova de salvação:
Há muitas religiões no mundo, cada uma com sua doutrina e sua prática.
Todas elas, exceto o Cristianismo, ensinam que o homem deve abrir um caminho da terra para o céu.
O evangelho está centrado não na obra que fazemos para Deus, mas na obra que Cristo fez por nós na cruz.
Devemos evangelizar porque a evangelização é uma ordem expressa de Deus:
Nenhuma outra entidade na terra tem competência e autoridade para pregar o evangelho. Essa é uma missão da igreja.
Não podemos nos calar. Não podemos sonegar aos povos o evangelho.
Cabe-nos levar o evangelho por todos os meios legítimos, em todo o tempo, em todos os lugares, sob todas as circunstâncias.
Devemos evangelizar porque Deus é glorificado na salvação dos pecadores:
O propósito maior da evangelização dos povos é que esses povos todos glorifiquem a Deus e exaltem seu nome.
O centro da obra missionária da igreja não é o homem, mas o próprio Deus.
Há júbilo diante dos anjos de Deus, no céu, por um pecador que se arrepende. 

Considerações Finais:
Fazer missões não dá lucro, fazer missões não enriquece, fazer missões não dá fama, fazer missões só dá prazer, mas só dá prazer pra quem ama as almas.
Falhamos no evangelismo somente se não apresentarmos o Evangelho com fidelidade.
Você pode chegar à conclusão de que evangelizar não é o seu dom, mas continua sendo o seu dever.
Apelo: Ilustração “A Conferência de Ratos”.
O que devo fazer por missões?
Orar.
Ofertar.
Ir.
Que a evangelização seja algo normal em nossa vida e em nossas igrejas.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

ABORTO E HOMOFOBIA – MANIFESTO PRESBITERIANO


ABORTO E HOMOFOBIA – MANIFESTO PRESBITERIANO




A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL, diante do momento atual em que as forças organizadas da sociedade manifestam sua preocupação com a possibilidade da aprovação de leis que venham labutar contra a santidade da vida e a cercear a liberdade constitucional de expressão das igrejas brasileiras de todas as orientações, vem a público MANIFESTAR quanto à prática do aborto e a criminalização da homofobia.


I – Quanto à prática do ABORTO, a Igreja Presbiteriana do Brasil reconhece que muitos problemas são causados pela prática clandestina de abortos, causando a morte de muitas mulheres jovens e adultas. Todavia, entende que a legalização do aborto não solucionará o problema, pois o mesmo é causado basicamente pela falta de educação adequada na área sexual, a exploração do turismo sexual, a falta de controle da natalidade, a banalização da vida, a decadência dos valores morais e a desvalorização do casamento e da família.


Visto que: (1) Deus é o Criador de todas as coisas e, como tal, somente Ele tem direito sobre as nossas vidas; (2) ao ser formado o ovo (novo ser), este já está com todos os caracteres de um ser humano, e que existem diferenças marcantes entre a mulher e o feto; (3) os direitos da mulher não podem ser exercidos em detrimento dos direitos do novo ser; (4) o nascituro tem direitos assegurados pela Lei Civil brasileira, e sua morte não irá corrigir os males já causados no estupro e nem solucionará a maternidade ilegítima.


Por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico, quando não houver outro meio de salvar a vida da gestante.


II – Quanto à chamada LEI DA HOMOFOBIA, que parte do princípio que toda manifestação contrária a homossexualidade é homofóbica, e caracteriza como crime essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre a homossexualidade como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.


Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna em 1988 já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, “. . . desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher” (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam quea prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1Coríntios 6:9-11).


Ante ao exposto, por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada lei da homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática da homossexualidade não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.


Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil não pode abrir mão do seu legítimo direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo.


Patrocínio, Minas Gerais, abril de 2007 AD.


Rev. Roberto Brasileiro
Presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Fonte: Portal da IPB. 




sexta-feira, 29 de março de 2013

segunda-feira, 11 de março de 2013

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

COISAS NOVAS E COISAS VELHAS: Pois o que o homem semear, isso também colherá.

Leiam a transcrição, na integra, do último sermão pregado na Igreja Presbiteriana de Dracena no dia 27 de janeiro de 2013.


COISAS NOVAS E COISAS VELHAS: Pois o que o homem semear, isso também colherá.: Você é o semeador... Como vai a sua lavoura? Abra a sua Bíblia em Provérbios 18.21: “A morte e a vida estão no poder da língua; o qu...

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

COISAS NOVAS E COISAS VELHAS: COMO NÃO NEGAR A JESUS

Esta mensagem foi pregada no inicio do meu pastorado na I. P. Lago Azul em outro tempo e contexto, e hoje, um irmão abençoado fez um comentário no meu blog, este comentário me levou a ler novamente esta mensagem escrita a quase quatro anos.
 Surpreendido pelo poder do Espírito falando através da Bíblia, dos textos selecionados para esta mensagem, eu pude ser edificado novamente; fortalecido novamente para continuidade do ministério que o Senhor me ordenou. Recomendo a leitura desta mensagem, não porque eu escrevi, isto é o que menos lhe atribui valor, mas para compartilhar o que Deus está falando ao meu coração. Talvez meu querido... Coincida com o que o seu coração precisa.


COISAS NOVAS E COISAS VELHAS: COMO NÃO NEGAR A JESUS: Mateus 10:33, Jeremias 1.1... O texto da vocação de Jeremias “mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu ...